Para quem ama no escuro.
Mostrar mensagens com a etiqueta Poesia lusófona. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Poesia lusófona. Mostrar todas as mensagens
domingo, 1 de março de 2015
Somdamor
9
Para Maria José Fernández
Invadimos com trópico as matérias da ordem
e com caos reiteramos a harmonia
para voltarmos nuas à carícia do lobo.
Sobre a noite o vão foi ritmo sonoro
verde dança, corpo livre, livre som.
Os tambores da queda e as ruínas
têm luz de aurora nova em Somdamor.
Subscrever:
Mensagens (Atom)